26 de dezembro de 2007

Pós Natal

Esta época é uma época de alguns exageros, muitos fritos, que rejeito todo o ano, muitos ovos, muita amênda, nozes, etc, etc.












Não é Natal sem uma bela trouxa, uma azevia,

coscorões, filhós, fatias douradas, bolo rei e etc...
uma overdose para o fígado.




19 de dezembro de 2007

Anjos-Anges-Angels



Les anges sont descendus dans la terre, en apportant de l'Amour, de la Paix, de la Fraternité, Amitié, Santé, et tant de bonnes choses.







Les coeurs sont pleins de joie.




Faites l'Amour et la Paix.

9 de dezembro de 2007

Luzes de Natal


Por todo o lado se iluminam ruas, casas e lojas... uns com mais outros com menos imaginação... usa-se e abusa-se das mangueiras de luzes para o exterior, mas um pouco de criatividade não fazia mal! Já que passou a ser moda!
No entanto, será que sabem porque iluminam as casas?

8 de dezembro de 2007

8 de Dezembro


Durante muitos anos este foi o Dia da Mãe. Vejamos a história deste dia santo para os católicos.

1477 - O papa Sisto IVInstitui a festa da Imaculada Conceição.

1854 - Definição do dogma da Imaculada Conceição por Pio IX, na Bula Ineffabilis Deus, resultado da devoção popular aliada a intervenções papais e infindáveis debates teológicos. Quando se fala de Imaculada Conceição, para os conhecedores neste domínio religioso, associam a Vila Viçosa.
E porquê Vila Viçosa? Porque foi lá que o culto foi oficializado por D. João IV, primeiro rei da dinastia de Bragança.
Foi também em Vila Viçosa que D. João IV, perante a imagem de Nossa Senhora da Conceição ofereceu Portugal à Mãe Imaculada de Jesus, depondo a coroa real aos pés da Rainha do Céu que, doravante, seria também a Rainha de Portugal.
A que era somente Padroeira de Vila Viçosa passou a ser Padroeira de Portugal.
Para além da coroação de Nossa Senhora da Conceição, D. João IV reconhecendo a protecção eficaz da Padroeira do Reino pela libertação do domínio francês, criou a ordem militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa.
Depois desse grande momento, os reis seus sucessores nunca mais puseram sobre a cabeça a coroa real.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Imaculada_Concei%C3%A7%C3%A3o

1 de dezembro de 2007

Independência

A Restauração da Independência é a instauração da casa de Bragança face à dinastia Filipina em 1 de Dezembro de 1640, que durante 60 anos regeu o país.


Hoje fala-se muito de Espanha. Em Espanha ganha-se mais. Em Espanha há menos impostos. Em Espanha a gasolina é mais barata. Em Espanha é mais fácil estudar (medicina, entenda-se). Em Espanha há outro nível, outra cultura. Em Espanha as pessoas são mais respeitadoras e patati e patata...


Não sei se em aulas de História ou se nas histórias de casa ou de reuniões familiares ou de amigos, ficou-me marcado um dito popular que a pouco e pouco vou decifrando e entendendo ou, por vezes, "desentendendo":

DE ESPANHA, NEM BOM VENTO NEM BOM CASAMENTO.


Bem, das minhas leituras deduzi que isto de não termos jeito para os negócios já é tradição antiga, pois que nem bons casamentos nós arranjámos. Parece até que fomos exemplares de não "casar" apenas princesas ou com princesas, houve quem "casasse" com a comitiva ou parte dela... Pode dizer-se que, afinal, não era mau negócio, agradava-se aos soberanos e ainda se ganhava um bonús.


Mas fora de brincadeira, recordo, por vezes, aqueles que ficaram na história como hérois, bravos soldados, sacrificando-se e sacrificando as famílias por uma glória que era a honra de sermos independentes. De certo, houve alguns que o fizeram para glória pessoal, não creio, no entanto, que tenham sido assim tantos.

"Por obras valerosas se vão da lei da morte libertanto"

("Os Lusíadas", Luís de Camões, cito de cor)

Por isso, hoje revolta-me esta viragem à Espanha, à gloriosa vizinha esquecida durante séculos. Até parece que os portugueses descobriram " a América", fazendo uso de um outro dito popular ( e sem dúdida com uma certa ironia do destino... América... Cristóvão Colombo e a sua saga para arranjar quem o financiasse... outra história... que também podia ser nossa... mas adiante).

Há muitos anos, precisamente há 12 anos ( e apenas doze anos, já estávamos na C.E.E. e tudo), espanhola por sinal, melhor dizendo valenciana, a Conchi, dizia: "Portugal e Espanha estão de costas voltadas".

Também ela não percebia esta indiferença, esta falta de conhecimento, nomeadamente histórico, sobre o outro lado da fronteira, o conhecido "pais hermano", mas como tantos irmãos de costas voltadas, zangados, indiferentes, cada um seguindo o seu rumo, apesar das raízes comuns. Em primeiro lugar, a partilha desta península singular, rosto marcante no território europeu e até facilmente identificável no mapa-mundo (talvez daí os americanos ou outros olharem para o mapa e verem apenas Espanha nessa península).

Tantas alianças políticas seladas em casamentos... tantas desavenças... tantas lutas... tanta coragem... tanta insana aventura... tanta gente sacrificada para agora reclamarem ser espanhóis?!!

Referi-me à Conchi como valenciana, pois é autóctene da Comunidad Valenciana, mais propriamente da terra da Festa da Tomatada. Esquecem muitos ou nem sequer sabem (o que deve ser mais provável), que Espanha não é um país como o nosso, é um país com diferents nações, culturas diferents, línguas diferentes, e muitas delas reclamam não a autonomia, pois essa já a têm, mas a independência. Encabeçando a lista o País Basco, mais conhecido devido aos ataques da ETA (de criticar), depois a Catalunha... a Comunidade Valenciana... a Galiza... as Astúrias...

Este é o nosso vizinho: um reino (inicialmente Leão e depois Leão e Castela) que conquistou ou que se apoderou de todo o território peninsular, excepto dos teimosos e casmurros aldeões que moravam para lá daqueles montes (não esquecer relevo Transmontano, a Beira, a Serra da Estrela e depois o Guadiana).


Penso e digo muitas vezes que graças a esses teimosos ainda somos portugueses, ainda que o preço a pagar seja um certo atraso económico e etc... etc...


P.S. E gosto de lembrar, ainda que de forma brincalhona, a "nossa querida padeira" de Aljubarrota.

Então a malta teve tanto trabalho a andar à batatada e agora a malta vira-se para os espanhóis??!!
A moda dos caramelos já passou, não esperem doces!


24 de novembro de 2007

Garibaldi

Anita Garibaldi (1821-1849)

Nascida de pais açorianos emigrados no Brasil, Ana Maria de Jesus Ribeiro, mais conhecida por Anita Garibaldi, companheira de Giuseppe Garibaldi.
Segundo dizem mulher forte e corajosa, guerreira, foi uma personalidade marcante na vida deste revolucionário de dois continentes, de Rio Grande do Sul (Brasil), ao Uraguai e a Itália. Também ela errante por amor a um homem e aos ideais, é uma mulher admirada e admirável.
Que uma outra Ana Maria que faz anos hoje, seja, também ela, fiel aos seus princípios e valores, e que nunca lhe falte coragem para ir sempre mais além.
Um beijinho da tua madrinha.

17 de novembro de 2007

Doces... doces... doces

Aqui vai uma overdose de doces. Cuidado com o excesso, faz mal à saúde... se os comerem... se olharem apenas não faz mal.
Outras fotos noutro sítio.









Ao lado, Pastelaria Saraiva

Em cima, Ginjinha de Alcobaça










Vista do Celeiro dos Monges.

Abaixo Sala do Capítulo.

















Doçaria do restaurante António Padeiro.

Doçaria do Algarve














À direita licores de Alcobaça.
À esquerda pão de rala da Casa de Chá Maltesinas de Portalegre, tem também uns queijinhos divinais.












Doçaria da Casinha dos Montes




Doçaria Conventual de Nelas






Doçaria de Évora

Doçaria e Licores Conventuais




Só para abrir o apetite aqui vai uma singela amostra fotográfica.











Representação das Abadias de França.










Representação de Mosteiros Espanhóis.
Na foto, Monges Brancos, da Galiza.












Representação do Convento do Louriçal e do Mosteiro de Singe
verga (licor de ervas).

Delícias para todos os paladares... e olhares.
Em baixo, apresentação da pastelaria Alcôa, trajadas a rigos até as Damas servem o povo.








4 de novembro de 2007

Homenagem a Yitzhak Rabin


Yitzhak Rabin é um nome que me ficou na memória, flashes da minha adolescência e juventude, conhecimentos televisivos e jornalísticos ou ainda dos livros lidos sobre aquele país que se impunha grande, nascido do nada, mas não em terra de ninguém. Havia lá alguém.

Também me recordo das leituras sobre as gentes dos kibutz, no meio do deserto surgem flores e frutos... tenacidade? Independentemente do que pensavam ou pensam e das razões que os motivaram aquele tipo de vida, não deixo de admirar o despojar-se da vida ocidental, de conforto, individualista e comodista, para partilharem uma vida comunitária em prol da nova nação do seu povo.

Yitzhak Rabin é uma memória de alguém que sendo israelita de nascimento não deixava de acreditar que podia haver outra forma de viver no "paraíso terrestre" em paz. Por isso escolhi-o. Um homen que contribuiu para que Israel se abri-se à ideia de um país chamado Palestina.


A história é feita de avanços e recuos, na vida das pessoas e dos estados. Israel é e sempre foi terra de polémica, terra de exaltação patriótica e religiosa, espaço de mística e de guerrilha... desde tempos idos.


Este homem que foi dos primeiros eminentes políticos nascido naquele novo estado criado depois da Segunda Guerra, foi galardoado Nobel da Paz... infelizmente essa ainda não foi alcançada naquelas paragens.


Primeiro Ministro, foi assassinado no dia 4 de Novembro de 1995 por um estudante judeu ortodoxo Yigal Amir, militante de extrema-direita que se opunha às negociações com os palestianianos, quando participava num comício pela paz na Praça dos Reis (hoje Praça Yitzhak Rabin) em Tel Aviv.


SHALOM!


Que Deus traga a paz aquela terra ( e todas as outras também).

1 de novembro de 2007

Terramoto de 1755


Faz hoje 252 anos que ocorreu uma das mais terríveis catástrofes, senão a pior, de portugal e uma das maiores da Europa.

A notícia espalhou-se e vieram escritores, jornalistas, aventureiros um pouco de toda a Europa, ver a ruína em que ficou Lisboa depois de um terrível terramoto, seguido de marmoto e de grande incêndio pela cidade, pois a maioria das casas eram construídas de madeira.

Em sequência dessa destruição avassaladora a cidade foi reconstruída numa traça moderna e polémica conhecida hoje como baixa pombalina. Noção de futuro e de amplidão, hoje ultrapassados claro, mas na época era algo de muito avançado.

O sismo foi sentido e provocou alguma destruição em localidades a mais de 100km de distância. É o caso de Alcobaça, entre outros, onde são visíveis os efeitos em algumas estruturas do Mosteiro, nomeadamente, no refeitório, onde provocou um desnível acentuado.


O grande tremor de terra de 1755 aconteceu à 09.30 do dia 1º de Novembro, dia de Todos os Santos e durou quase dez minutos.
O tremor de terra foi tão forte que as réplicas atingiram a Finlândia. A sua magnitude atingiu 8.6 da escala de Richter e matou 60.000 pessoas.
Depois do tremor de terra, as velas e as fogueiras acesas por toda a cidade atearam grandes fogos que duraram vários dias. A população abandonou o centro da cidade e iniciou a fuga para a beira-rio. Aproximadamente 30 minutos depois do tremor de terra, uma onda gigante (Tsunami), de 20 metros de altura abateu-se sobre a cidade e destruiu tudo o que ainda se mantinha de pé.
No início, esta catástrofe foi vista como castigo divino pelos pecados da cidade mas após várias opiniões científicas a população começou a difícil tarefa da reconstrução .



Tremblement de terre

1er novembre 1755
Tremblement de terre à Lisbonne. Il compte parmi les plus terribles de l'Histoire, et fit en quelques secondes plus de trente mille victimes. Les fidèles, entassés dans les églises en ce jour de Toussaint, furent écrasés par les voûtes et les clochers des édifices, qui tombèrent tous sans exception. Un incendie ravagea ensuite la ville durant trois jours. Le petit-fils du grand Racine qui passait en voiture le long du rivage à la hauteur de Cadix, fut entraîné par le raz de marée qui suivit la secousse sismique.

17 de outubro de 2007

Artemix

Hoje fui espreitar a loja da Helena do blog Coisas de Mulher, em Fátima.
Além de coisas giras feitas por ela, e que já conhecia algumas do seu blog, tem também coisas de outras mãos de fada como ela. É uma mulher interessante, divertida, conversadora e determinada. Conhecia-a apenas do que escreve no blog e realmente até parecia que já a conhecia antes, pois escreve como fala, espontânea e bem disposta. Foi realmente muito divertido, pois encontraram-se lá três artistas e não era eu, de certeza absoluta.
Além de ter comprado umas coisitas foi muito querida pois ofereceu um miminho, umas peças que eu gostava muito. Obrigada Helena e um bem haja!

(A foto foi "roubada" do blog da Helena, mas a pulseira não... e já tem dona...ihih)

5 de outubro de 2007

5 de Outubro - República Portuguesa

A Proclamação da República Portuguesa foi o resultado da Revolução de 5 de Outubr o de 1910 que naquela data pôs termo à monarquia em Portugal.

O movimento revolucionário de 5 de Outubro de 1910 deu-se em natural sequência da acção doutrinária e política que, desde a criação do Partido Republicano, em 1876, vinha sendo desenvolvida. Aumentando a contraposição entre a República e a Monarquia, a propaganda republicana fora sabendo tirar partido de alguns factos históricos de repercussão popular: as comemorações do terceiro centenário da morte de Camões, em 1880, e o Ultimatum inglês, em 1890, fora aproveitados pelos defensores das doutrinas republicanas que se identificaram com os sentimentos nacionais e aspirações populares.

Elias Garcia, Manuel Arriaga, Magalhães Lima, tal com o operário Agostinho da Silva, foram personagens importantes dos comícios de propaganda republicana, em 1880.

Durante o breve reinado de D. Manuel II — que ascendeu ao trono após o atentado a D. Carlos, donde resultou também a morte do seu filho herdeiro Luís Filipe, Duque de Bragança —, o movimento republicano acentuou-se, chegando mesmo a ridicularizar a monarquia. A 5 de Outubro de 1910 estalou a revolta republicana que já se avizinhava no contexto da instabilidade política. Embora muitos envolvidos tenham-se esquivado à participação — chegando mesmo a parecer que a revolta tinha falhado — foi também graças à incapacidade de resposta do Governo em reunir tropas que dominassem os cerca de duzentos revolucionários que resistiam de armas na mão. Comandava as forças monárquicas, em Lisboa, o General Manuel Rafael Gorjão Henriques, que se viu impotente para impedir a progressão das forças comandadas por Machado Santos. Com a adesão de alguns navios de guerra, o Governo rendia-se, os republicanos proclamavam a República, e D. Manuel II era exilado. A instauração da 1.ª República Portuguesa deu-se no dia 5 de Outubro de 1910 e foi proclamada por José Relvas na varanda da Câmara Municipal de Lisboa.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Proclama%C3%A7%C3%A3o_da_Rep%C3%BAblica_Portuguesa

19 de setembro de 2007

Rabiscuits 2007

Decorreu no passado fim de semana, de 14 a 16 de Setembro, a segunda edição de "Rabiscuits 2007 - Mostra de arte experimental", em Alcobaça.









A Arte na Rua foi alvo da minha modesta objectiva. "Espreitei" o
Rossio, a Travessa da Cadeia, a Praça Afonso Henriques, o rio Alcoa e o espaço defronte à Biblioteca. Eis alguns trabalhos:


























































Para mais informações podem consultar o site do Tinta Fresca

5 de setembro de 2007

Tordesilhas


5 de Setembro de 1494
- Ratificação do Tratado de Tordesilhas por Portugal