17 de outubro de 2007

Artemix

Hoje fui espreitar a loja da Helena do blog Coisas de Mulher, em Fátima.
Além de coisas giras feitas por ela, e que já conhecia algumas do seu blog, tem também coisas de outras mãos de fada como ela. É uma mulher interessante, divertida, conversadora e determinada. Conhecia-a apenas do que escreve no blog e realmente até parecia que já a conhecia antes, pois escreve como fala, espontânea e bem disposta. Foi realmente muito divertido, pois encontraram-se lá três artistas e não era eu, de certeza absoluta.
Além de ter comprado umas coisitas foi muito querida pois ofereceu um miminho, umas peças que eu gostava muito. Obrigada Helena e um bem haja!

(A foto foi "roubada" do blog da Helena, mas a pulseira não... e já tem dona...ihih)

5 de outubro de 2007

5 de Outubro - República Portuguesa

A Proclamação da República Portuguesa foi o resultado da Revolução de 5 de Outubr o de 1910 que naquela data pôs termo à monarquia em Portugal.

O movimento revolucionário de 5 de Outubro de 1910 deu-se em natural sequência da acção doutrinária e política que, desde a criação do Partido Republicano, em 1876, vinha sendo desenvolvida. Aumentando a contraposição entre a República e a Monarquia, a propaganda republicana fora sabendo tirar partido de alguns factos históricos de repercussão popular: as comemorações do terceiro centenário da morte de Camões, em 1880, e o Ultimatum inglês, em 1890, fora aproveitados pelos defensores das doutrinas republicanas que se identificaram com os sentimentos nacionais e aspirações populares.

Elias Garcia, Manuel Arriaga, Magalhães Lima, tal com o operário Agostinho da Silva, foram personagens importantes dos comícios de propaganda republicana, em 1880.

Durante o breve reinado de D. Manuel II — que ascendeu ao trono após o atentado a D. Carlos, donde resultou também a morte do seu filho herdeiro Luís Filipe, Duque de Bragança —, o movimento republicano acentuou-se, chegando mesmo a ridicularizar a monarquia. A 5 de Outubro de 1910 estalou a revolta republicana que já se avizinhava no contexto da instabilidade política. Embora muitos envolvidos tenham-se esquivado à participação — chegando mesmo a parecer que a revolta tinha falhado — foi também graças à incapacidade de resposta do Governo em reunir tropas que dominassem os cerca de duzentos revolucionários que resistiam de armas na mão. Comandava as forças monárquicas, em Lisboa, o General Manuel Rafael Gorjão Henriques, que se viu impotente para impedir a progressão das forças comandadas por Machado Santos. Com a adesão de alguns navios de guerra, o Governo rendia-se, os republicanos proclamavam a República, e D. Manuel II era exilado. A instauração da 1.ª República Portuguesa deu-se no dia 5 de Outubro de 1910 e foi proclamada por José Relvas na varanda da Câmara Municipal de Lisboa.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Proclama%C3%A7%C3%A3o_da_Rep%C3%BAblica_Portuguesa