24 de novembro de 2007

Garibaldi

Anita Garibaldi (1821-1849)

Nascida de pais açorianos emigrados no Brasil, Ana Maria de Jesus Ribeiro, mais conhecida por Anita Garibaldi, companheira de Giuseppe Garibaldi.
Segundo dizem mulher forte e corajosa, guerreira, foi uma personalidade marcante na vida deste revolucionário de dois continentes, de Rio Grande do Sul (Brasil), ao Uraguai e a Itália. Também ela errante por amor a um homem e aos ideais, é uma mulher admirada e admirável.
Que uma outra Ana Maria que faz anos hoje, seja, também ela, fiel aos seus princípios e valores, e que nunca lhe falte coragem para ir sempre mais além.
Um beijinho da tua madrinha.

17 de novembro de 2007

Doces... doces... doces

Aqui vai uma overdose de doces. Cuidado com o excesso, faz mal à saúde... se os comerem... se olharem apenas não faz mal.
Outras fotos noutro sítio.









Ao lado, Pastelaria Saraiva

Em cima, Ginjinha de Alcobaça










Vista do Celeiro dos Monges.

Abaixo Sala do Capítulo.

















Doçaria do restaurante António Padeiro.

Doçaria do Algarve














À direita licores de Alcobaça.
À esquerda pão de rala da Casa de Chá Maltesinas de Portalegre, tem também uns queijinhos divinais.












Doçaria da Casinha dos Montes




Doçaria Conventual de Nelas






Doçaria de Évora

Doçaria e Licores Conventuais




Só para abrir o apetite aqui vai uma singela amostra fotográfica.











Representação das Abadias de França.










Representação de Mosteiros Espanhóis.
Na foto, Monges Brancos, da Galiza.












Representação do Convento do Louriçal e do Mosteiro de Singe
verga (licor de ervas).

Delícias para todos os paladares... e olhares.
Em baixo, apresentação da pastelaria Alcôa, trajadas a rigos até as Damas servem o povo.








4 de novembro de 2007

Homenagem a Yitzhak Rabin


Yitzhak Rabin é um nome que me ficou na memória, flashes da minha adolescência e juventude, conhecimentos televisivos e jornalísticos ou ainda dos livros lidos sobre aquele país que se impunha grande, nascido do nada, mas não em terra de ninguém. Havia lá alguém.

Também me recordo das leituras sobre as gentes dos kibutz, no meio do deserto surgem flores e frutos... tenacidade? Independentemente do que pensavam ou pensam e das razões que os motivaram aquele tipo de vida, não deixo de admirar o despojar-se da vida ocidental, de conforto, individualista e comodista, para partilharem uma vida comunitária em prol da nova nação do seu povo.

Yitzhak Rabin é uma memória de alguém que sendo israelita de nascimento não deixava de acreditar que podia haver outra forma de viver no "paraíso terrestre" em paz. Por isso escolhi-o. Um homen que contribuiu para que Israel se abri-se à ideia de um país chamado Palestina.


A história é feita de avanços e recuos, na vida das pessoas e dos estados. Israel é e sempre foi terra de polémica, terra de exaltação patriótica e religiosa, espaço de mística e de guerrilha... desde tempos idos.


Este homem que foi dos primeiros eminentes políticos nascido naquele novo estado criado depois da Segunda Guerra, foi galardoado Nobel da Paz... infelizmente essa ainda não foi alcançada naquelas paragens.


Primeiro Ministro, foi assassinado no dia 4 de Novembro de 1995 por um estudante judeu ortodoxo Yigal Amir, militante de extrema-direita que se opunha às negociações com os palestianianos, quando participava num comício pela paz na Praça dos Reis (hoje Praça Yitzhak Rabin) em Tel Aviv.


SHALOM!


Que Deus traga a paz aquela terra ( e todas as outras também).

1 de novembro de 2007

Terramoto de 1755


Faz hoje 252 anos que ocorreu uma das mais terríveis catástrofes, senão a pior, de portugal e uma das maiores da Europa.

A notícia espalhou-se e vieram escritores, jornalistas, aventureiros um pouco de toda a Europa, ver a ruína em que ficou Lisboa depois de um terrível terramoto, seguido de marmoto e de grande incêndio pela cidade, pois a maioria das casas eram construídas de madeira.

Em sequência dessa destruição avassaladora a cidade foi reconstruída numa traça moderna e polémica conhecida hoje como baixa pombalina. Noção de futuro e de amplidão, hoje ultrapassados claro, mas na época era algo de muito avançado.

O sismo foi sentido e provocou alguma destruição em localidades a mais de 100km de distância. É o caso de Alcobaça, entre outros, onde são visíveis os efeitos em algumas estruturas do Mosteiro, nomeadamente, no refeitório, onde provocou um desnível acentuado.


O grande tremor de terra de 1755 aconteceu à 09.30 do dia 1º de Novembro, dia de Todos os Santos e durou quase dez minutos.
O tremor de terra foi tão forte que as réplicas atingiram a Finlândia. A sua magnitude atingiu 8.6 da escala de Richter e matou 60.000 pessoas.
Depois do tremor de terra, as velas e as fogueiras acesas por toda a cidade atearam grandes fogos que duraram vários dias. A população abandonou o centro da cidade e iniciou a fuga para a beira-rio. Aproximadamente 30 minutos depois do tremor de terra, uma onda gigante (Tsunami), de 20 metros de altura abateu-se sobre a cidade e destruiu tudo o que ainda se mantinha de pé.
No início, esta catástrofe foi vista como castigo divino pelos pecados da cidade mas após várias opiniões científicas a população começou a difícil tarefa da reconstrução .



Tremblement de terre

1er novembre 1755
Tremblement de terre à Lisbonne. Il compte parmi les plus terribles de l'Histoire, et fit en quelques secondes plus de trente mille victimes. Les fidèles, entassés dans les églises en ce jour de Toussaint, furent écrasés par les voûtes et les clochers des édifices, qui tombèrent tous sans exception. Un incendie ravagea ensuite la ville durant trois jours. Le petit-fils du grand Racine qui passait en voiture le long du rivage à la hauteur de Cadix, fut entraîné par le raz de marée qui suivit la secousse sismique.