1 de novembro de 2007

Terramoto de 1755


Faz hoje 252 anos que ocorreu uma das mais terríveis catástrofes, senão a pior, de portugal e uma das maiores da Europa.

A notícia espalhou-se e vieram escritores, jornalistas, aventureiros um pouco de toda a Europa, ver a ruína em que ficou Lisboa depois de um terrível terramoto, seguido de marmoto e de grande incêndio pela cidade, pois a maioria das casas eram construídas de madeira.

Em sequência dessa destruição avassaladora a cidade foi reconstruída numa traça moderna e polémica conhecida hoje como baixa pombalina. Noção de futuro e de amplidão, hoje ultrapassados claro, mas na época era algo de muito avançado.

O sismo foi sentido e provocou alguma destruição em localidades a mais de 100km de distância. É o caso de Alcobaça, entre outros, onde são visíveis os efeitos em algumas estruturas do Mosteiro, nomeadamente, no refeitório, onde provocou um desnível acentuado.


O grande tremor de terra de 1755 aconteceu à 09.30 do dia 1º de Novembro, dia de Todos os Santos e durou quase dez minutos.
O tremor de terra foi tão forte que as réplicas atingiram a Finlândia. A sua magnitude atingiu 8.6 da escala de Richter e matou 60.000 pessoas.
Depois do tremor de terra, as velas e as fogueiras acesas por toda a cidade atearam grandes fogos que duraram vários dias. A população abandonou o centro da cidade e iniciou a fuga para a beira-rio. Aproximadamente 30 minutos depois do tremor de terra, uma onda gigante (Tsunami), de 20 metros de altura abateu-se sobre a cidade e destruiu tudo o que ainda se mantinha de pé.
No início, esta catástrofe foi vista como castigo divino pelos pecados da cidade mas após várias opiniões científicas a população começou a difícil tarefa da reconstrução .



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